Diretoria da FENAM participa de audiência na Câmara Legislativa do DF

25 de agosto de 2017

A diretoria da Federação Nacional dos Médicos (FENAM) participou, nessa quinta-feira (24), no plenário da Câmara Legislativa (CLDF), em Brasília (DF), de uma reunião com representantes dos sindicatos de servidores públicos locais, para debater o projeto de lei complementar nº 122/2017, do Executivo, que institui o regime previdenciário complementar e reorganiza e unifica o Regime Próprio de Previdência Social do Distrito Federal. 

O Secretário de Finanças da FENAM, dr. Geraldo Ferreira, destacou que em estados como Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte saques no fundo previdenciário colocam em risco as futuras aposentadorias.” A justificativa de que isso serve para evitar atraso de salários não funciona, porque depois de consumido recursos do fundo previdenciário, ocorrem, inevitavelmente, os atrasos”, afirma.

Em relação ao pagamento de salários dos servidores públicos do Distrito Federal, a proposta é que servidores que recebem mais R$7.500, receberão seu salário parcelado em duas vezes, sendo a primeira parcela sempre no dia 5 de cada mês e a segunda parcela entre os dias 15 e 25.

O Secretário de Direitos Humanos da FENAM, e vice-presidente do Sindicato dos Médicos de Brasília, dr. Carlos Fernando, afirma que “Toda Brasília” vai sofrer com a queda e com a divisão salarial. “Estamos há três anos sem a reposição inflacionária mínima. O servidor público está cada dia com menos dinheiro no bolso e o que o governo não entende é que esse servidor gasta o dinheiro dele dentro do Distrito Federal, pagando todas as coisas, fazendo a cidade movimentar,” complementa.

“O servidor público é parte do Estado que trabalha pra servir a população. Agora cabe ao Estado ter competência pra dar condições pro servidor público servir a população”, finaliza Carlos Fernando.
O diretor de Comunicação da FENAM, Otto Baptista, declarou que o médico precisa ser respeitado. “Além de não dar condições dignas de trabalho, os governos ainda querem parcelar o que é de direito do trabalhador. Isso é um absurdo”, desabafou. 

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Fonte: FENAM

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